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13/07/2013

Resenha do Baú: Fortaleza Digital

Autor: Dan Brown
Editora: Sextante/Arqueiro  | |  Páginas: 320  | |  Informações: Skoob


Responsável por monitorar as comunicações de todo o planeta e proteger informações do governo dos Estados Unidos, a ultra-secreta NSA, a Agência de Segurança Nacional americana, investiu às escondidas numa arma revolucionária para combater a ação de grupos terroristas na era da informática. Seu trunfo é o supercomputador TRANSLTR, capaz de decifrar em poucos minutos qualquer mensagem encriptada enviada pela Internet. Quando o infalível TRANSLTR é paralisado por um misterioso código, a agência convoca a chefe do Departamento de Criptografia, a matemática Susan Fletcher, para investigar o que está acontecendo. Susan faz uma descoberta aterradora: a NSA se tornou refém do gênio da computação Ensei Tankado. Demitido da agência por discordar da sua política de desrespeito aos direitos civis, o programador exige que a NSA revele a existência do TRANSLTR à população. Caso contrário, ele divulgará na Internet a fórmula de seu código inquebrável, o fortaleza digital. Tankado morre misteriosamente antes de cumprir sua ameaça, dando início a uma corrida desesperada que se desenrola paralelamente nos corredores do submundo do poder, nos arranha-céus de Tóquio e nas ruas de Sevilha. Enquanto Susan usa seu talento como criptógrafa para tentar desvendar o enigma do fortaleza digital, seu namorado, o especialista em idiomas David Becker, percorre as ruas de Sevilha atrás de um anel deixado por Tankado que pode conter a chave do código. Envolvidos numa trama maquiavélica, Susan e David precisam travar uma batalha de vida ou morte para evitar uma tragédia para a segurança nacional americana e impedir que o equilíbrio de forças no mundo mude para sempre.

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Após a explosão avassaladora de 'o código da vinci' no mundo, nada mais natural do que o interesse de leitores ao redor do mundo pelas outras obras do escritor Dan Brown. Aqui no Brasil não foi diferente e logo em seguida ao sucesso de 'o código' a editora sextante - na época a que publicava o autor no país, hoje as obras do autor são publicadas pelo selo Arqueiro da mesma editora - colocou no mercado quase que simultaneamente as outras obras de Dan Brown entre elas o seu primeiro romance, publicado em 1998 nos Estados Unidos, Fortaleza Digital.

02/06/2013

Resenha do Baú: Ponto de Impacto

ponto de impacto

Autor: Dan Brown
Editora: Sextante/Arqueiro  | |  Páginas: 448  | |  Informações: Skoob


Às vésperas da eleição presidencial norte-americana, uma incrível descoberta da NASA pode mudar todo o cenário político. A agência espacial encontra um enorme meteorito enterrado na geleira Milne, no alto Ártico, contendo fósseis – uma prova irrefutável da existência de vida extraterrestre.
A extraordinária revelação é feita exatamente quando a NASA se torna uma questão central na disputa pela presidência. O candidato à reeleição, o presidente Zachary Herney, vem perdendo pontos com os ataques de seu oponente, o senador Sedgewick Sexton, à ineficiência e aos gastos excessivos da agência espacial.
Para evitar especulações sobre a autenticidade do meteorito, a Casa Branca convoca Rachel Sexton, analista do NRO – o Escritório Nacional de Reconhecimento, importante organização da comunidade de inteligência americana – e filha do adversário do presidente, para verificar os dados levantados pela NASA. Além dela, quatro renomados cientistas são enviados para o Ártico, entre eles o oceanógrafo e apresentador de TV Michael Tolland.
Quando começam a levantar suspeitas de fraude, os cientistas passam a ser caçados por uma equipe de assassinos profissionais, controlada à distância por um inimigo poderoso que precisa eliminá-los um a um para resguardar seu segredo. Tentando escapar da morte certa, Rachel e Michael enfrentam os perigos da gelada paisagem do Ártico e inúmeras outras ameaças enquanto tentam descobrir quem se esconde por trás dessa genial armação.
Mundialmente reconhecido por seu talento para misturar ciência, história e política em livros de grande sucesso, como O Código Da Vinci e Anjos e Demônios, Dan Brown elaborou uma trama na qual todas as impressões são enganosas e há surpresas ocultas a cada página.
Ponto de Impacto é mais um suspense de tirar o fôlego.

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Ponto de impacto foi o terceiro livro que li de Dan Brown e apesar de ter ficado um pouco receoso por o livro ser totalmente diferente dos outros que eu tinha lido, foi com grata surpresa e ainda mais fã do autor que cheguei ao fim de mais este super thriller eletrizante. Com elementos totalmente diferentes dos livros que o consagraram – simbolos secretos, mensagens ocultas, sociedades secretas –, em ‘ponto de impacto’ o autor mais uma vez nos hipnotisa com sua narrativa ágil, grandes reviravoltas e personagens muito bem delineados sendo conduzidos numa trama muito bem amarrada do inicio ao fim. Dando uma primeira olhada no livro e em sua sinopse a história pode parecer um pouco sem graça, não muito atraente por se tratar de um thriller politico, mas assim que a leitura é iniciada e nos familiarizamos com a escrita espetacular de Dan Brown é impossível largar o livro.

20/04/2013

Resenha do Baú: Cavalo de Tróia #1

Autor: J. J. Benítez
Editora: Planeta
Páginas: 620
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Em 1980, J.J.Benítez foi contactado por um Major da Força Aérea dos Estados Unidos que dizia ter em seu poder um documento ultra-secreto. Foi só depois de ter ganho a confiança do oficial que o escritor recebeu uma série de indicações enigmáticas que o levou aos manuscritos do Diário do Major.


Cavalo de Tróia 1 é a transcrição da primeira parte desse documento que mudou a história. O misterioso norte-americano relata em seus escritos os detalhes de uma operação secreta dos EUA, que, em 1973, transportou dois astronautas à Palestina de Jesus de Nazaré. O objetivo era bastante claro: conhecer em primeira mão a vida, a obra e o pensamento do Filho do Homem.


Os protagonistas desta viagem são Eliseu, um piloto que durante os “saltos” ao passado permanece quase o tempo todo no módulo espacial instalado no monte das Oliveiras, e Jasão - o próprio Major -, que se torna testemunha ocular da Vida, Paixão, Morte, Ressurreição e “Ascensão” do Galileu.

J.J.Benítez complementa a volumosa documentação deixada pelo Major com vasto material de pesquisa. A transcrição, por enquanto, está dividida em oito volumes, somando 4.500 páginas, com um total de 1.227 notas de rodapé, 14 mil fontes e mais de 3 mil informações sobre o Mestre. Esses números fazem da série Cavalo de Tróia a maior obra sobre a vida de Jesus de Nazaré, apresentado da forma mais humana e completa já realizada.


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Li este livro já há alguns anos, mas sua história ainda é bem viva em minha mente tamanha é a força que ela tem e exerce sobre quem a lê. Cavalo de tróia é um livro singular, uma leitura única, que acho dificil de ser comparada com outras obras, mesmo que tenham a mesma temática.

Não acho como muitos que o livro tenha um cunho ou apelo religioso, acho que se trata apenas de uma ficção muito bem escrita (e bota muito nisso!) altamente detalhada, o que deixa evidente no decorrer da leitura que uma vasta pesquisa foi feita, e é uma leitura de um realismo assombroso como nunca vi igual. A cada virar de página você se vê mais e mais inserido naquele mundo, chegando até a questionar verdades de uma forma tão surpreendente que você nem se dá conta.

31/03/2013

Resenha do Baú: Anjos e Demônios

Autor: Dan Brown
Editora: Arqueiro
Páginas: 480
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Às vésperas do conclave que vai eleger o novo Papa, Robert Langdon é chamado às pressas para analisar um misterioso símbolo marcado a fogo no peito de um físico assassinado em um grande centro de pesquisas na Suíça.
Ele descobre indícios de algo inimaginável: a assinatura macabra no corpo da vítima é dos Illuminati, uma poderosa fraternidade que ressurgiu disposta a levar a cabo a lendária vingança contra a Igreja Católica. De posse de uma nova arma devastadora, roubada do centro de pesquisas, ela ameaça explodir a Cidade do Vaticano e matar os quatro cardeais mais cotados para a sucessão papal.
Correndo contra o tempo, Langdon voa para Roma junto com Vittoria Vetra, uma bela cientista italiana. Numa caçada frenética por criptas, igrejas e catedrais, os dois desvendam enigmas e seguem uma trilha que pode levar ao covil dos Illuminati - um refúgio secreto onde está a única esperança de salvação da Igreja nesta guerra entre ciência e religião.
"Uma trama bem amarrada e com um ritmo explosivo. Repleta de intrigas do Vaticano e drama hi-tech, a história contada por Dan Brown é costurada com reviravoltas e surpresas que mantêm o leitor ligado até a revelação final." - Publishers Weekly

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Após o explosivo sucesso de 'o código da vinci' no Brasil e no mundo é obvio que as outras obras do autor mega seller Dan Brown despertariam o interesse do seu numeroso publico leitor. E foi apostando nisso - e acertando - que algum tempo depois do lançamento de 'o código da vinci' a editora Sextante colocou no mercado 'anjos e demônios', que rapidamente, como já era imaginado, tornou-se também um best seller por aqui e ao redor do mundo.

À época muitos acharam que se tratava do novo romance de Dan Brown, em seguida ao 'código', mas logo ficou esclarecido que tratava-se sim de seu livro antecessor ao seu mega seller. Anjos e demônios era a primeira história do autor em que aparecia o personagem Robert Langdon envolvido em mais uma busca frenética por algo que poderia mudar os rumos da humanidade. Apenas estes dois fatos já foram suficientes para que eu ficasse em ânsia por ter o livro em mãos e me embrenhar em mais uma história alucinante de Dan Brown.

17/03/2013

Resenha do Baú: O Segredo do Anel (O Legado de Maria Madalena)

Autora: Kathleen MacGowan
Editora: Rocco
Páginas: 432
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A jornalista, professora e escritora Maureen Paschal se pergunta como seria o mundo se tivesse sido possível para Maria Antonieta, Joana d’Arc, Lucrécia Bórgia, Maria Madalena e outras mulheres tomar as rédeas do destino, vencer suas guerras e contar a História sob seu ponto de vista. Na intenção de escrever um livro que faça justiça a tantas personalidades femininas difamadas por razões políticas ao longo dos milênios, Maureen corre o mundo em busca de documentos raros que contradigam a História oficial. Pesquisadora séria que é, ela só leva em conta provas materiais, documentadas e autenticadas, desprezando lendas e crenças religiosas. Até o momento em que se torna impossível ignorar o fato de que há vozes que só ela escuta e pessoas que apenas ela vê. Maureen precisa deixar seu ceticismo de lado e seguir os sinais que lhe são apresentados.

A pesquisa de Maureen a leva a Jerusalém, onde ela pretende localizar documentos que a ajudem a escrever o capítulo que dedicará a Maria Madalena em seu livro. E é perambulando pelas ruas da Cidade Santa que a pesquisadora se sente estranhamente atraída por um anel, exposto num antiquário. A pequena jóia ostenta um disco de cobre do tamanho de uma moeda, com nove pontos dispostos em torno de um círculo central. O padrão lhe parece familiar. Talvez seja uma representação dos nove planetas a gravitar em torno do Sol. Mas como o anel tem 1.500 anos, segundo o vendedor, ele é anterior à descoberta do sistema solar. Ou será que alguém, naquela época, teria condições de supor que a Terra não fosse o único planeta existente? E que existiam exatamente outros oito planetas por perto? E que o Sol era o centro de tudo isso? Impossível – é o que dizem os livros.

O fato é que Maureen não consegue tirar os olhos desse anel, que se ajusta ao seu dedo com a perfeição de uma jóia feita sob encomenda para ela. A peça não está à venda e, se estivesse, custaria muito caro. Mas o vendedor a dá de presente a Maureen, que fica desconfiada de tanta generosidade. Ele explica: "Esse anel me foi confiado até que encontrasse a mão certa, a mão para a qual ele foi feito. Descubro agora que é a sua mão. Não posso vendê-lo a você porque ele já é seu. Um dia, você vai compreender. Por enquanto, fique com o anel."



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O segredo do anel foi mais um dos livros que vieram na esteira do sucesso estrondoso de ‘o código da vinci’. Como ele a trama central girava em torno de uma busca frenética por documento antigos – da época de Cristo – que se encontrados revelariam uma verdade que poderia mudar a história da humanidade. Salvo algumas diferenças, a história é praticamente a mesma, o que não quer dizer que não seja boa, muito pelo contrário. Com suspense e ação em um grau um pouco menor que ‘o código’, o segredo do anel, é sim, um livro muito bem escrito com personagens envolventes e bem construídos e uma trama repleta de mistério que nos conduz por belas paisagens da França.

As primeiras páginas do livro nos descrevem o que seriam os últimos dias de uma velha senhora morando com sua única filha viva em uma caverna no ano de 72dc. A velha senhora seria Maria Madalena. “Muitas serão as mentiras escritas sobre o nosso tempo. Deus assim me revelou. Nego-me, pois, a escrever qualquer outra. Afina, qual é o meu propósito, se não o de relatar toda a verdade dos acontecimentos daquele tempo?” O EVANGELHO DE ARQUES SEGUNDO MARIA MADALENA. O LIVRO DOS DISCÍPULOS.

10/03/2013

Resenha do Baú: A Chave de Sarah

Autora: Tatiana de Rosnay
Editora: Suma de Letras
Páginas: 312
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Em A Chave de Sarah, Julia Jarmond, uma jornalista americana que vive na França, é designada para cobrir as comemorações do 60º aniversário do Vel d'Hiv, episódio do qual ela nunca ouvira falar até então. Ao apurar os fatos ocorridos, a repórter constata que o apartamento para o qual ela e o marido planejam se mudar pertenceu aos Starzynski, uma família judia imigrante que fora desapossada pelo governo francês da ocupação, e em seguida comprado pelos avós de Bertrand. Julia decide então descobrir o destino dos ocupantes anteriores - e a história de Sarah, a única sobrevivente dos Starzynski, é revelada. 

A família de Sarah foi uma das muitas brutalmente arrancadas de casa pela polícia do governo colaboracionista francês. Michel, irmão mais novo da garota, se esconde em um armário, e Sarah o tranca lá dentro. Ela fica com a chave, acreditando que em poucas horas estará de volta.

A Chave de Sarah retrata a sofrida jornada da menina em busca de sua liberdade: dos terríveis dias em campos de concentração aos momentos de tensão na clandestinidade, e, por fim, seu paradeiro após a guerra. E à medida que a trajetória de Sarah é revelada, mais segredos são desenterrados.



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 A chave de Sarah foi um livro que encontrei numa pequena livraria (que nem existe mais) e que à primeira vista não dei muito crédito nem atenção. Não era um livro que estava em destaque nas prateleiras ou nas listas de mais vendidos, portanto, o que haveria nele para chamar a atenção? Descobri o que era depois de uma nova ida à livraria e de dar certa atenção aquele livro que estava sempre nas últimas prateleiras e que era quase invisível aos olhos dos clientes.

Lendo a sinopse minha curiosidade já foi altamente aguçada, pois uma parte da história se passava no período da 2ª guerra mundial e a outra na França dos dias atuais. Folheei as primeiras páginas do livro e como eu já imaginava me vi fisgado pela história e por uma das duas protagonistas. Dentro da livraria mesmo terminei de ler o primeiro capitulo e comecei a ler o segundo. Ao final dele também já estava fisgado pela segunda protagonista, então, não tinha mais o que fazer se não levá-lo para casa. Foi o que fiz!

23/02/2013

Resenha do Baú: Pássaros Feridos

Autora: Colleen McCullough
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 546
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Pássaros feridos é a saga romântica de uma família singular — os Clearys. Tem início no começo do século 20, quando Paddy Cleary leva a esposa, Fiona, e os sete filhos do casal para Drogheda, uma enorme fazenda de criação de carneiros, de propriedade de sua autocrática irmã mais velha, viúva e sem filhos, e termina meio século depois, quando a única sobrevivente da terceira geração, a brilhante atriz Justine O´Neill, começa a viver o seu grande amor.


As figuras centrais dessa história empolgante são a indômita Meggie, única filha do casal Cleary, e o homem que ela realmente ama, o excepcionalmente belo e ambicioso padre Ralph de Bricassart. As alternativas da vida de Ralph levam-no de uma remota paróquia perdida no interior da Austrália aos salões do Vaticano, e as de Meggie, tirando um breve e infeliz casamento fora dali, fixam-na em Drogheda. Mas a distância não diminui os sentimentos, embora lhes modele a existência.


Pássaros feridos foi um dos meus primeiros livros de maior densidade e carga dramática (e olha que eu o li bem no inicio da minha fase literária!). Quem já o conhece deve imaginar que eu fui bem corajoso em ler uma obra tão extensa e tão densa em seu conteúdo com tão pouco hábito de leitura na época em que o li. E está certo quem pensa assim, pois realmente, não é um livro que se pegue para passar o tempo numa viagem ou em outra ocasião qualquer. Pássaros feridos é uma obra singular, única, de uma beleza poética poucas vezes vista de uns anos pra cá; uma história recheada dos mais variados sentimentos que se intercalam nos mais diversos momentos; com personagens (e são muitos!) extremamente humanos, ricos em suas personalidades, bem desenvolvidos e  conduzidos com maestria pela autora, em momento algum o leitor se vê perdido nas centenas de páginas que compõem a obra. Apesar de ser um livro extenso, com muitos personagens e com alta carga de dramaticidade sua narrativa é fluida e bem desenvolvida e em momento algum se torna cansativa ou demorada.

16/02/2013

Resenha do Baú: Os Catadores de Conchas


Autora: Rosamunde Pilcher
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 630
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A grande saga familiar de Rosamunde Pilcher é um romance de vinculos onde o leitor é convidado a partilhar da alegria, da tristeza e da magia do livro. Ambientando a ação em Londres e na Cornualha, desde a Segunda Guerra Mundial até os dias de hoje, Rosamunde Pilcher narra a história da família Keeling, e das paixões e desilusões que a mantiveram unida durante três gerações. A família gravita em torno de Penélope, e são seu amor, coragem e senso ético que determinam o curso de todas as suas vidas.

Entre os bens que são mais caros a Penélope encontra-se Os catadores de conchas, que seu pai pintou e lhe deixou como lembrança e legado. É esta pintura que simboliza para ela os vínculos entre as gerações – o presente, o passado e o futuro. Mas é justamente o destino desta pintura que poderá vir a desagregar a família... 


Os catadores de conchas foi o primeiro e único livro que li da escritora Rosamunde Pilcher (não li outros por falta de oportunidade). É sua obra mais importante e seu maior best seller dentre todos os outros livros que ela escreveu. Foi meu primeiro "tijolão literário" e confesso que fiquei receoso se iria ler ou não um livro tão extenso, mas eis que ao chegar ao fim da história meu pensamento foi: "Acabou?!". Pois é, ao final de 630 páginas de uma história magnifica, meu desejo era que houvessem mais páginas para que eu pudesse permanecer um pouco mais de tempo na companhia de Penélope Keeling, sua família, seu passado, enfim, sua vida tão cheia de emoções.

09/02/2013

Resenha do Baú: O Silêncio dos Inocentes

Autor: Thomas Harris
Editora: Record
Páginas: 320
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Cinco mulheres são brutalmente assassinadas em diferentes localidades dos Estados Unidos. Para chegar até o sanguinário assassino, a jovem agente do FBI, Clarice Starling, entrevista o ardiloso psiquiatra Hannibal Lecter, cuja mente psicopata está perigosamente voltada para o crime. Ao seguir as pistas apontadas pelo dr. Lecter, Clarice envolve-se em uma teia mortífera surpreendente. O texto de Thomas Harris é arrepiante do inicio ao fim.



Acho que como a grande maioria das pessoas só tomei conhecimento do livro 'o silêncio dos inocentes' após ver o filme de mesmo nome e ficar hipnotizado pela trama, mas, principalmente, pela dupla de protagonistas, a detetive do FBI Clarice Starling e o psiquiatra canibal Dr. Hannibal Lecter. Tendo sido o filme um dos grandes sucessos do cinema - ganhador de 5 Oscars nas principais categorias - tanto em bilheteria, repercussão e critica logo imaginei que o livro deveria ser muito bom, pois não é comum serem feitas boas adaptações de livros para o cinema, muito pelo contrário. Mas eis que 'o silêncio dos inocentes' foi uma maravilhosa exceção e tanto o filme como o livro são espetaculares.

Conta a história da agente Clarice Starling, que está prestes a se formar na academia do FBI, e é designada pelo seu chefe, Jack Crawford, para tentar, depois de inúmeras outras tentativas frustradas, fazer uma entrevista com um serial killer que talvez possa ajudar nas investigações sobre um outro matador que está à solta. Starling, claro, aceita a tarefa e apesar de conhecer a história do seu entrevistado nem imagina no perigo em que está se metendo. Chegando ao manicômio judiciário, Clarice entra primeiro em contato com o diretor da instituição, o Dr. Chilton, uma figura egocêntrica que se acha mais esperta do que é. Ao fim de uma conversa explicativa sobre como proceder na instituição e com o paciente, Clarice é conduzida à ala dos detentos.

05/02/2013

Resenha do Baú: Terminal


Autor: Robin Cook
Editora: Record
Páginas: 368



Sean Murphy é um jovem e promissor estagiário do famoso Forbes Cancer Center, especializado no tratamento de um tipo raro de cancro cerebral. Quando ocorre a morte de uma menina, vítima de neuroblastoma Sean, que já vinha estranhando o elevado número de doentes que revelavam uma notável cura, desconfia de que se passa algo de errado e decide investigar. Ainda sem imaginar que, ao tomar esta decisão, está a por em risco não só a sua carreira, mas também a sua própria vida, apercebe-se de que suas investigações não são bem aceitas por todos e de que está sendo vigiado pela atraente enfermeira Janet. Mesmo assim não desiste de procurar a verdade. Depois de se dar conta de que todos os doentes curados desfrutam de uma boa condição econômica fica ainda sabendo que é no próprio centro que eles adquirem a doença.



Terminal é um thriller médico do famoso médico-escritor, Robin Cook, que criou o gênero a partir de suas experiências e conhecimento, juntando a elas doses de mistério e suspense que transformaram seus livros em best sellers mundiais. De forma habilidosa ele transformou jargões médicos e o dia a dia de hospitais em situações de fácil entendimento para seus leitores. Na maioria de seus livros o tema central abordado – sempre ligado à medicina - é muitas vezes algo pelo que nós mesmos poderíamos passar (doenças graves ou fatais, infecções, tratamentos dolorosos, acidentes que deixam sequelas, etc), sendo que nas histórias do escritor quase sempre estas eventualidades são causadas propositadamente, sempre com algum interesse criminoso por trás. Devido a isso seus livros também ficaram conhecidos pelo subgênero horror-médico.

Terminal foi o primeiro livro que não li de Robin Cook e o primeiro que li. Estranho? Explico. Quando tomei gosto pela leitura e adquiri o hábito de ler fui a uma livraria que alugava livros procurando outros gêneros para ler, já que havia lido todos de Sidney Sheldon que consegui encontrar. Vi que havia alguns livros de um escritor chamado Robin Cook e olhando um e outro escolhi ‘terminal’. Comecei a ler voltando pra casa e não me empolguei muito, continuei lendo, mas no dia seguinte, no 5º capitulo, parei. Não teve jeito, não gostei mesmo, achei os capítulos longos demais (um livro com 368 páginas com 18 capítulos!) e os termos médicos um pouco chatos. Bom, chegou o dia de entregar os livros e foi o que fiz pela primeira vez com um não lido. Alguns dias depois voltei na mesma locadora e peguei mais alguns livros e não sei por que ‘terminal’ veio no pacote.

26/01/2013

Resenha do Baú: O Outro Lado da Meia Noite


Autor: Sidney Sheldon
Editora: Record
Páginas: 496
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Considerado por muitos um de seus melhores romances, O outro lado da meia-noite apresenta Sidney Sheldon no auge da forma. Neste clássico best seller, ódio, paixão e terror são mesclados pela escrita inconfundível do autor.
Ambientado nas décadas de 30 e 40, O outro lado da meia noite narra as histórias de duas mulheres muito diferentes - que têm em comum o amor pelo mesmo homem. A sensual Noelle é uma famosa atriz que sai dos bairros pobres de Marselha para o sucesso no cinema. A americana Catherine é uma profissional bem-sucedida mas totalmente insegura com o sexo masculino em geral.
O piloto e herói de guerra Larry Douglas, por quem as duas se apaixonam em diferentes épocas de suas vidas, fecha o triângulo amoroso que desperta o ódio do magnata grego Constatin Demiris, amante de Noelle, um homem que não esquece nem perdoa.
Paris, Washington e a lendária Atenas são o cenário de um jogo no qual a jovem americana torna-se a grande presa. A inocente Catherine comete o maior erro de sua vida ao apaixonar-se pelo piloto Douglas. Ela não imaginava que o herói de guerra tivesse uma história de amor mal resolvida com Noelle, atriz francesa em ascensão, que não quer ser o lado mais fraco desse triângulo amoroso.
Para atingir seus objetivos e conquistar Larry de vez, Noelle se envolve com o poderoso magnata Constantin Demiris. A atriz começa então a planejar sua terrível vingança, que mudará para sempre o destino de todos os envolvidos nesta história.



Esta será a primeira vez que faço resenha de um livro do magnifico escritor Sidney Sheldon, e não é qualquer livro, mas aquele que é considerado sua melhor obra – o que eu também acho. Acho que nunca destaquei aqui no blog a importância que Sidney Sheldon e seu estupendo romance O Outro Lado da Meia Noite tiveram na formação do meu gosto pela leitura. Ambos não foram só importantes, mas foram os responsáveis por eu ter adquirido o gosto pelo hábito de ler. Não vou me prolongar muito nesse assunto agora, pois pretendo fazer um post especial sobre como tudo isso aconteceu em breve. Digo apenas uma coisa: não fosse SS talvez eu continuasse achando ler um saco!

20/01/2013

Resenha do Baú: O Caçador de Pipas

Autor: Khaled Hosseini
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 368


O caçador de pipas é considerado um dos maiores sucessos da literatura mundial dos últimos tempos. Este romance conta a história da amizade de Amir e Hassan, dois meninos quase da mesma idade, que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade. Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas. E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção. Após desperdiçar a última chance, Amir vai para os Estados Unidos, fugindo da invasão soviética ao Afeganistão, mas vinte anos depois Hassan e a pipa azul o fazem voltar à sua terra natal para acertar contas com o passado. 



Lançado em 2003 aqui no Brasil O Caçador de Pipas foi um livro que fez estrondoso sucesso no país e em todo o mundo vendendo mais de 8 milhões de cópias. Figurou na lista de mais vendidos por vários meses e um dos fatores que o tornaram um fenômeno editorial no Brasil foi o boca a boca. Por tratar-se de um romance fora dos padrões que estamos acostumados a ler (a história não é situada na Europa ou nos Estados Unidos, os personagens não são perfeitos e lindos e outras questões) foi um livro que não chamou a atenção à primeira vista, mas que com o passar do tempo, e com o boca a boca dos leitores o indicando, tornou-se um dos livros preferidos de muitos leitores e um verdadeiro sucesso de vendas.


A primeira vez que ouvi falar no livro foi justamente numa indicação de um amigo – ou seja, boca a boca. Ele me falou desse livro com muito entusiasmo, mas não soube me dar muitos detalhes apesar de ter gostado muito da leitura. Por não ter o hábito de ler, o livro foi uma leitura esporádica pra ele, apesar de muito boa como ele mesmo disse. Bom, me indicou o livro, disse que valia a pena, e eu fui atrás para saber mais detalhes.

Numa livraria dias depois, vi o livro, analisei, li a sinopse – que confesso não me chamou muito a atenção - , não gostei da capa, também não gostei porque era narrado em 1ª pessoa (tipo de narrativa que não gosto muito), mas o principal motivo que não me entusiasmou pelo livro foi por tratar-se de um romance que se passava no Afeganistão. Pensei comigo: uma história que se passa num país árabe; será que isso presta? Preconceito idiota meu que se eu tivesse deixado prevalecer teria me tirado o imenso prazer de ler um dos melhores livros que já li na vida.

12/01/2013

Resenha do Baú: A Cabana

Autor: William P. Young
Editora: Sextante/Arqueiro
Páginas: 240
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Durante uma viagem que deveria ser repleta de diversão e alegria, uma tragédia marca para sempre a vida da família de Mack Allens: sua filha mais nova, Missy, desaparece misteriosamente. Depois de exaustivas investigações, indícios de que ela teria sido assassinada são encontrados numa velha cabana.
Imerso numa dor profunda e paralisante, Mack entrega-se à Grande Tristeza, um estado de torpor, ausência e raiva que, mesmo após quatro anos do desaparecimento da menina, insiste em não diminuir.
Um dia, porém, ele recebe um estranho bilhete, assinado por Deus, convidando-o para um encontro na cabana abandonada. Cheio de dúvidas, mas procurando um meio de aplacar seu sofrimento, Mack atende ao chamado e volta ao cenário de seu pesadelo.
Chegando lá, sua vida dá uma nova reviravolta. Deus, Jesus e o Espírito Santo estão à sua espera para um "acerto de contas" e, com imensa benevolência, travam com Mack surpreendentes conversas sobre vida, morte, dor, perdão, fé, amor e redenção, fazendo-o compreender alguns dos episódios mais tristes de sua história.
Intenso, sensível e profundamente transformador, este livro vai fazer você refletir sobre o poder de Deus, a grandeza de seu amor por nós e o sentido de todo o sofrimento que precisamos enfrentar ao longo da vida.
Há quatro anos atrás A cabana foi lançado aqui no Brasil. Lá fora o livro já vinha num caminho ascendente de sucesso e como tal tinha os que gostavam e os que não. Se não me falha a memória a primeira vez que vi o livro foi na livraria de um shopping, e o que me chamou a atenção foi o destaque em que ele era exposto. Vendo a capa e o titulo imaginei que se tratasse de um romance tipico (casal apaixonado que enfrenta vários obstáculos até ficar junto no final), mas me enganei. Ao me inteirar da história, que de cara chamou muito minha atenção, não pensei como muitos que se tratava de um livro de auto-ajuda – o que não acho até hoje. Passado um certo tempo e vendo o tamanho do sucesso que o livro estava fazendo (não saia do 1º lugar de mais vendidos), comprei e comecei a ler. Uma das melhores leituras da minha vida...

Não é segredo pra ninguém do que se trata a história do livro, por isso não vejo necessidade em me demorar na descrição disso ou daquilo. Sendo sucinto, conta a história de um homem, Mack, envolto numa terrivel tristeza após quatro anos do desaparecimento de sua filha caçula, Missy. Então ele recebe um bilhete que o convida a voltar ao local da suposta morte de sua filha. O grande detalhe é que o bilhete está assinado por ninguém menos que o próprio DEUS. Daí em diante somos conduzidos junto com Mack numa jornada que mudaria a vida de qualquer um.

05/01/2013

Resenha do Baú: O Código da Vinci

Autor: Dan Brown
Páginas: 432


Um assassinato dentro do Museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. A vítima é o respeitado curador do museu, Jacques Saunière, um dos líderes dessa antiga fraternidade, o Priorado de Sião, que já teve como membros Leonardo da Vinci, Victor Hugo e Isaac Newton.
Momentos antes de morrer, Saunière deixa uma mensagem cifrada que apenas a criptógrafa  Sophie Neveu e Robert Langdon, um simbologista,  podem desvendar. Eles viram suspeitos e detetives enquanto tentam decifrar um intricado quebra-cabeças que pode lhes revelar um segredo milenar que envolve a Igreja Católica.
Apenas alguns passos à frente das autoridades e do perigoso assassino, Sophie e Robert vão à procura de pistas ocultas nas obras de Da Vinci e se debruçam sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental - da natureza do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal. Mesclando os ingredientes de um envolvente suspense com informações sobre obras de arte, documentos e rituais secretos, Dan Brown consagrou-se como um dos autores mais brilhantes da atualidade.

Um código instigante oculto nas obras de Leonardo da Vinci. Uma corrida desesperada através de catedrais e castelos da Europa. Uma verdade espantosa escondida durante séculos e por fim desvendada.
Em Paris a trabalho, Robert Langdon, um simbologista de Harvard, recebe um telefonema urgente tarde da noite. O curador do Louvre foi encontrado assassinado dentro do museu com uma misteriosa mensagem cifrada ao lado do corpo.
À medida que Langdon e uma talentosa criptógrafa francesa, Sophie Neveu, vão decifrando uma por uma as estranhas charadas que se apresentam, surpreendem-se ao descobrir pistas ocultas nas obras de Da Vinci - visíveis a todos porém engenhosamente disfarçadas pelo pintor.
A trama está armada quando Langdon se depara com um dado estarrecedor: o curador morto estava ligado ao Priorado de Sião - uma sociedade secreta verdadeira que já teve como membros Sir Isaac Newton, Botticelli, Victor Hugo e Da Vinci, entre outros.
Langdon percebe que estão no encalço de um espantoso segredo histórico que, ao longo dos séculos, se mostrou ao mesmo tempo esclarecedor e perigoso. Em uma corrida frenética através de Paris e Londres, Langdon e Sophie vêem-se medindo forças com um oponente poderoso e desconhecido que parece prever cada um de seus passos. A menos que decifrem o complicado quebra-cabeças, os segredos do Priorado - e uma antiga verdade altamente perturbadora - estarão perdidos para sempre.
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