
Autor: David Baldacci
Luther Whitney está prestes a cometer o último roubo de sua vida. Ele pretende passar a aposentadoria em alguma praia distante. Mas seus planos vão por água abaixo quando a dona da casa invadida por ele aparece de repente, acompanhada do amante – o presidente dos Estados Unidos. Escondido, Luther vê o romance entre Christy Sullivan e Alan Richmond esquentar muito, a ponto de virar uma briga séria. Quando ela ameaça matar o amante com um abridor de cartas, os agentes da guarda presidencial imediatamente entram em ação. De repente Luther passa de ladrão a única testemunha de um crime, diante de uma mulher morta e de uma verdade devastadora, em que ninguém jamais vai acreditar: o presidente é um assassino. Quando as investigações começam – com o misterioso interesse e apoio do Serviço Secreto –, as suspeitas logo recaem sobre Luther. Mas ele também tem um aliado: Jack Graham, um amigo de longa data, ex-namorado de sua filha, que se arrepende amargamente de ter trocado a defensoria pública pela roda endinheirada do direito corporativo. Um ladrão escrupuloso, um advogado obstinado, um detetive que não aceita nenhum caso sem solução e um grupo de pessoas dispostas a qualquer coisa pelo poder.
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Poder absoluto foi uma leitura bem emocionante que em detrminados momentos superou minhas expactativas. Nos primeiros capitulos me pareceu que a narrativa não ia fluir tão bem quanto eu esperava, mas felizmente isso logo mudou e o livro ficou altamente instigante. Eu imaginava que a narrativa do autor seria quase identica a do escritor John Grisham, já que ambos são advogados que migraram para a literatura, mas no que fui lendo a história vi que ambos são bem diferentes, apesar de poder absoluto conter alguns ingredientes que também estão presentes nas obras de Grisham. A trama é bem mirabolante, mas o autor soube imprimir nela um realismo excelente de se acompanhar, junto com personagens bem definidos e conduzidos.